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O fantasma de Epstein e a memória seletiva de Trump
O fantasma de Epstein e a memória seletiva de Trump
A caixa de Pandora dos arquivos Epstein foi aberta e o cheiro que sai de lá não é bom para o lado de Mar-a-Lago. O FBI acaba de despejar 3,5 milhões de documentos onde o nome de Donald Trump surge 5.300 vezes, o que é um bocado de menção para quem jura, de pés juntos, que era apenas um vizinho casual. A revelação mais indigesta, contida nos relatórios, aponta que o ex-presidente sabia dos apetites do predador já em 2006 — quando teria dito a um delegado da Flórida que "todo mundo sabia" o que Jeffrey fazia. A memória de Trump, ao que parece, é um terreno baldio onde a conveniência cresce como mato; ele agora quer "virar a página", mas o papel está colado na lama do passado. Não se limpa um histórico desses com nota oficial ou bravata de palanque.
Fontes: The Guardian, TIME Magazine, CNN Portugal e Estadão.
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