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Um território de política, memória e cultura — onde neutralidade nunca foi virtude.
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BRASIL SEM VERGONHA
O Pequeno Dicionário das Grandes Caras de Pau
Não é que o Brasil tenha perdido a compostura; é que a compostura, ao ver o que vinha vindo, pediu demissão por justa causa e mudou-se para a Suíça. Ficamos nós, aqui, com essa mania de levar a sério o que foi desenhado para ser piada, ou pior, de tratar como estatística o que é puramente patológico.
Esta página não é uma seção de notícias. É um catálogo de sintomas. É o esforço — talvez inútil, mas necessário — de dar nome aos bois, especialmente àqueles que insistem em pastar no carpete do palácio fingindo que são de mármore.
Aqui, o escárnio é o nosso último método de higiene mental. Porque, diante de certas biografias, a única forma de manter a sanidade é fingir que estamos apenas lendo um verbete sobre uma espécie rara de parasita político ou uma nova variante de desfaçatez crônica.
Se o mundo é um palco, o Brasil resolveu virar o camarim dos vilões que esqueceram de tirar a maquiagem. Vamos, então, às definições. Com toda a seriedade que o deboche exige.
A Papuda lhe espera
O destino final de quem desafiou o Estado e descobriu que o ferro da lei também aperta.
O Titã de porcelana: a agonia do aço que virou soluço
O ex-atleta, que jurava ter histórico para atropelar o vírus, desmancha-se em soluços crônicos e azias que a defesa maneja como salvo-conduto.
"A única forma de manter a sanidade é fingir que estamos apenas lendo um verbete sobre uma espécie rara de parasita político."
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