Pesquise no Atlas das Vozes
Um território de política, memória e cultura — onde neutralidade nunca foi virtude.
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O Nó do Estado
O Nó do Estado
A democracia adoece no detalhe. É o ataque que se finge de opinião, a mentira como método e o silêncio de quem deveria gritar. O nó aperta em gestos que corroem a confiança e banalizam o absurdo, sem precisar de tanque na rua. A fragilidade das regras e o cansaço de quem obedece abrem espaço para o golpe que acontece todo dia, entre um café e uma canetada. O costume é o que mata.
O destino que une as sombras
Assalto, mortes e o caso Marielle: as coincidências que o tempo teima em aproximar.
Nas fronteiras da lei
Onde termina a opinião e começa o crime nas declarações de Nikolas Ferreira.
Quando a Justiça vira Tatuagem
A perigosa linha entre o cumprimento do dever e a espetacularização do porrete.
o hábito é o verdadeiro golpe.
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